sábado, 19 de outubro de 2013

Calçada absurdamente perigosa - petit pavê e a transição de ambiente

Um excelente centro de convenções no centro da cidade de Curitiba

Um tema clássico - o WC Preferencial

Palestra UTFPR - Tecnologia Assistiva - 1º SEMINÁRIO DE TECNOLOGIA E ACESSIBILIDADE, IEP,

O desafio de ser pai de uma criança - há 21 anos com múltiplas deficiências

O autismo - a luta de uma mãe pelo seu filho e o povo brasileiro

Iniciando o 1º SEMINÁRIO DE TECNOLOGIA E ACESSIBILIDADE

Momento cultural emocionante

Abertura do 1º SEMINÁRIO DE TECNOLOGIA E ACESSIBILIDADE

FINEP - Área de fomento e novos negócios


quarta-feira, 16 de outubro de 2013

No IEP e Rua das Flores

















Queremos soluções

Tecnologia, Educação e soluções para as pessoas com deficiência.
O Primeiro Seminário de Tecnologia e Acessibilidade no Instituto de Engenharia do Paraná começa amanhã, dia 17 de outubro, e pretende motivar cientistas, pesquisadores, inventores, gente criativa e empresários para a solução de limitações que a Ciência e a Tecnologia já permitem resolver, desde que exista empenho e disposição política e empresarial para isso.
O seminário procurará emocionar, motivar, assim como sugerir caminhos. Pretende também colocar entidades em condições de fazer algo em contato.
Como é de praxe os brasileiros gastaram décadas produzindo leis, decretos e até normas técnicas que simplesmente não são obedecidas. Infelizmente as prioridades foram outras, desviando a atenção de autoridades e do povo em geral para questões essenciais à inclusão, recuperação, valorização e respeito aos idosos, idosas, pessoas com deficiência e com doenças debilitantes.
No desleixo monumental em que vivemos perdemos nichos de mercado e oportunidades de desenvolvimento tecnológico.
Os preparativos para a Copa do Mundo de 2014 demonstram que, quando o Governo quer, as coisas podem acontecer. Por quê tanto desprezo pelo ser humano?
Responder a questões éticas é algo delicado e que demanda muitos estudos (que já existem).
Um aspecto interessante é que o Brasil já foi mais atento às questões humanas.
Em Curitiba tivemos períodos de muita atenção às pessoas com deficiência. De sinaleiros com placas em Braille à preocupação com as rampas para cadeirantes, do CEFET ao LAC, do CRESA à UFPR havia um ambiente proativo, depois algo mudou e muito. Coincidentemente a Humanidade mergulhou na neurose do CO2, assim muitas pessoas com vocação para o ativismo social desviaram-se do desafio humano de existir, viver com dignidade. Isso é fácil de perceber em programas de habitação popular onde caixinhas minúsculas são produzidas e denominadas “casas populares”. Esses lugares mostram que nosso povo mais humilde, incrivelmente punido pela pobreza, é mais uma vítima do esnobismo das nossas elites capitalistas e intelectuais.
O Programa Viver sem Limites foi um belíssimo momento de inflexão que, entretanto, parece que não chegou à Curitiba. Os efeitos foram pequenos, agora, talvez despertando a partir de exemplos de estados vizinhos.
O Paraná possui uma boa base técnica de P&D. Faltam-lhe recursos abundantes. Sua produção é penalizada por leis extravagantes (lei Kandir e ICMS da energia) e o dinheiro dos impostos desaparece em mãos federais.
Sejam quais forem as razões, a criatividade e a disposição para produzir algo exigem muito pouco dinheiro. A favor das PcD e outros basta (por exemplo) o domínio de utilização das técnicas atuais de microprocessadores e kits tais como celulares, notebooks e alguns dispositivos auxiliares. Pode-se imaginar e criar soluções inimagináveis em tempos quando o GPS, a Internet, os transdutores de baixo custo, fibras óticas etc. não existiam ou eram muito caros. Fora isso há muito a ser feito dentro de outras especialidades.
No Primeiro Seminário de Tecnologia e Acessibilidade vamos tratar disto, assim como de urbanismo, equipamentos médicos, etc..
Amanhã, na sede do IEP, Rua Emiliano Perneta, 174, primeiro andar, nós estaremos reunidos para numa sala de eventos adaptada realizar um seminário que, com certeza, marcará a história de nosso povo dedicado ao tema em foco.

Cascaes
16.10.2013



terça-feira, 15 de outubro de 2013

IEP quase pronto

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

domingo, 13 de outubro de 2013

iBooks Author Hands-on

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

SIANEE e campus UNINTER Tiradentes





Proximidades






O SIANEE e o apoio na mídia do seminário IEP sobre TA

O SIANEE e o 1º Seminário de Tecnologia e Acessibilidade

O Instituto Sabrina Belon nasceu da vontade de tornar o trabalho da Ciber NSA Tecnologia mais acessível a todos que necessitam de tecnologia para se reabilitar, para isso tornamos nosso trabalho uma realização sem fins lucrativos, assim estamos agora iniciando essa nova jornada em favor da vida.

http://instisabrinabelon.wix.com/instisb#!sobreisb/c2414




Publicado em 14/09/2012
O Instituto Sabrina Belon nasceu da vontade de tornar o trabalho da Ciber NSA Tecnologia mais acessível a todos que necessitam de tecnologia para se reabilitar, para isso tornamos nosso trabalho uma realização sem fins lucrativos, assim estamos agora iniciando essa nova jornada em favor da vida.
Nós do Instituto Sabrina Belon desenvolvemos a tecnologia ideal para Medicina, Acessibilidade e Reabilitação.
Somos a primeira e - única - instituição na América Latina a desenvolver tecnologias e produtos para essas áreas num só lugar e a primeira instituição no mundo a realizar esses desenvolvimentos visando um baixo custo de produção. Buscamos fazer com que uma série de equipamentos para reabilitação, como cadeiras de rodas motorizadas, próteses e órteses inteligentes, custem mais baratos e estejam mais acessíveis a população mundial.
Um exemplo disso é a prótese mioelétrica de membro superior que nós desenvolvemos e que pode ser vendida a um custo acessível para a população de baixa renda ou ser entregue gratuitamente por Governos, ou ONGs, devido ao valor mais acessível. Para isso nós não fizemos um equipamento de baixa qualidade, pelo contrário, esse equipamento é o único 100% digital do mundo e com inteligencia superior a dos comercializados por outras empresas atualmente.
Nós nos dedicamos a oferecer os melhores equipamentos a quem precisa se reabilitar e também estamos à disposição de empresas que desejam reduzir os preços dos seus equipamentos; nesse trabalho podemos desenvolver equipamentos para essas empresas.
Na área da Acessibilidade nós desenvolvemos o Life Tec, um conjunto de equipamentos que agregam sistemas que possibilitam que uma pessoa com ELA (Esclerose Lateral Amiotrófica), ou outra lesão que a impeça de movimentar-se, possa se comunicar com o mundo via computador especial para isso. Através desse equipamento a pessoa pode escrever no Word, acessar e navegar na internet, bem como assistir vídeos, jogar baralho, acessar o messenger e até falar. Além disso, o equipamento tem baixo custo se comparado aos outros disponíveis no mercado, possibilitando assim a compra do mesmo, que pode ser feita até parcelada no cartão de crédito.
Tanto na área da Acessibilidade quanto na área da Medicina, nosso conhecimento nos permite desenvolver equipamentos e sistemas sob encomenda de acordo com a necessidade do cliente.
Esse é o Instituto Sabrina Belon, uma instituição forte, consciente, competente, capaz e disposta a fazer desse um mundo melhor.

Um abraço

Equipe do Instituto Sabrina Belon

A PcD, idosos e idosas e a Tecnologia Assistiva

A Pessoa com Deficiência, idosos e idosas e a Ciência e a Tecnologia
Não é utopia acreditar que em futuro não muito distante a maioria das pessoas que hoje sofrem restrições por efeito do envelhecimento, acidentes e doenças terão soluções que lhes deixarão quase “novas”.
Óculos[1], por exemplo, é um conjunto de soluções técnicas, Tecnologia Assistiva, que devolvem a uma parcela significativa da população humana a capacidade de viver sem grandes restrições. Seria extremamente importante para todos os pesquisadores e seres humanos em geral imaginarem como seria a vida humana sem essa maravilha criada pela inteligência que alguns possuem sobre o pescoço e gênios em passado remoto, apesar das limitações tecnológicas, foram capazes de criar.
Agora cirurgias corretivas conseguem resultados espetaculares, livrando as pessoas desse instrumento de inclusão social, cultural, profissional etc.
Estamos vivendo numa época de deslanche acelerado da Tecnologia graças a novos conhecimentos científicos e a transformação dessa cultura em soluções, produtos, sistemas etc. A Humanidade acumula aceleradamente informações e competências que só precisam de algum ordenamento para serem realmente úteis à sobrevivência do “homo sapiens sapiens”. Infelizmente, dentro da lógica “cada um por si e Deus por todos” prevalece o império dos rituais, rezas e templos onde a ordem é a bajulação a um ser superior e simplesmente ignorar o próximo, quando muito dando-lhe alguma esmola ou algo que não serve mais...
A esperança é a evolução ética, não simplesmente as famosas éticas corporativas, feitas para encher quadrinhos, mas a ética do espírito, do coração, algo que vimos na obra de muitos filósofos e profetas lembrados apenas para ilustração de piedade.
Uma esperança é a solução provável na área de processamento de dados. Dizem que dentro de um quarto de século um Centro de Processamento de Dados de primeira linha será capaz de compilar todas as informações geradas na Terra, diariamente. Se isso acontecer existirá a possibilidade de se criar relatórios especiais mostrando onde atuar e quais caminhos terão maiores chances de sucesso. Ou seja, o que não temos será suprido por computadores e sistemas de informação, a capacidade de digerir de forma objetiva todo o conhecimento humano com rapidez e eficácia.
Isso tudo autoriza-nos, inclusive vendo o progresso tecnológico atual, a imaginar o empoderamento da Humanidade para a solução de seus problemas, entre elas a inclusão de todos à sociedade regular, sem dependência de favores e privilégios.
No Brasil, a favor das pessoas com deficiência agora dispomos de um programa nacional extremamente importante, o programa [ (Viver sem Limite),  (Governo lança Viver sem Limite, 2011)]. Apesar de seu potencial temos a impressão de que seu aproveitamento é pífio, talvez diante da burocracia típica dos serviços públicos e também, o que conhecemos bem, da alienação daqueles que poderiam decidir e fazer muito mais.
Precisamos, portanto, estimular ações e reflexões.
Esse é o objetivo do 1º. Seminário de Tecnologia e Acessibilidade a se realizar em Curitiba, começando no dia 16 na Boca Maldita (em frente à C&A) com uma teatralização da situação das PcD e idosos e idosas a se viabilizar graças ao apoio do SIANEE/UNINTER, por exemplo, assim como do CL Irajá de Brito Vaz, ex-secretário da (Secretaria Especial dos Direitos daPessoa com Deficiência) e companheiros de muitas lutas, assim como a realização de dois dias de palestras e debates no IEP devidamente reformado para garantir acessibilidade (exceto em frente ao prédio, há anos esperando autorização da PMC para correção de riscos causados pelo famigerado “petit pavê”).
O Programa é fascinante, até por que o esforço foi de trazer especialistas locais, que estarão nos dias 17 e 18 apresentando suas análises e propostas (1º Seminário de Tecnologia e Acessibilidade, 2013).
Note-se que Curitiba contém muitos centros de P&D e uma coleção de empresas em condições de fazer muito. O que falta a todos é a percepção deste universo de oportunidades que só cresce, esperando nossos cientistas e empresários para o aprimoramento da dignidade humana e qualidade de vida.

Cascaes
11.10.2013

Governo lança Viver sem Limite. (17 de 11 de 2011). Fonte: Presidência - Casa Civil: http://www.casacivil.gov.br/noticias/2011/11/governo-lanca-viver-sem-limite
1º Seminário de Tecnologia e Acessibilidade. (11 de 10 de 2013). Fonte: IEP: http://www.iep.org.br/index.php/2-uncategorised/1342-1-seminario-de-tecnologia-e-acessibilidade
Secretaria Especial dos Direitos daPessoa com Deficiência. (s.d.). Acesso em 6 de 4 de 2012, disponível em Prefeitura de Curitiba: http://www.curitiba.pr.gov.br/conteudo/equipe-sedpd-secretaria-especial-dos-direitos-da-pessoa-com-deficiencia/7
Viver sem Limite. (s.d.). Fonte: Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência: http://www.pessoacomdeficiencia.gov.br/app/sites/default/files/arquivos/%5Bfield_generico_imagens-filefield-description%5D_0.pdf





[1] A palavra óculos surgiu com o termo ocularium, na Antiguidade Clássica. O termo era utilizado para designar os orifícios das armaduras dos soldados da época, que serviam para permitir que os mesmos enxergassem. Somente no século I d.C surgiram as primeiras lentes corretivas, que eram feitas com pedras semipreciosas cortadas em tiras finas e davam origem aos óculos de grau para perto. Tudo isso se deve ao matemático árabe Alhazen, que, perto do ano 1000 d.C., formulou uma teoria sobre a incidência de luz em espelhos esféricos e como isso reagia no olho humano. Os monges eram, sobretudo, os mais beneficiados com o objeto, por passarem horas trabalhando nas grandes bibliotecas da Europa. Em 1270, na Alemanha, foram criados os primeiros óculos com aros de ferro e unidos por rebites. Eram semelhantes a um compasso, porém não possuíam hastes. Os modelos que foram mais usados no século XV eram o Pince-nez e o Lornhons. Porém, eles ainda não possuíam hastes fixas, sendo que a mesma só passou a surgir no século XVII, e era usada para se apoiar às orelhas. No Brasil, os óculos surgiram no século XVI, com a colonização portuguesa, e eram usados principalmente por religiosos (em sua maioria jesuítas), funcionários da coroa portuguesa, colonos abastados e homens de letras. Uma antiga referência histórica sobre a existência dos óculos remonta aos antigos egípcios no século V a.C., que retratam lentes de vidro sem grau. As primeiras referências sobre a existência óculos bifocais datam de 500 a.C. e foram encontradas em textos do filósofo chinês Confúcio. Nessa época, eram apenas um adereço pessoal. As lentes eram de vidro, mas não tinham grau.1 Foram as experiências em óptica de Robert Grosseteste e seu discípulo Roger Bacon que levaram à invenção dos óculos modernos. Em 1284, as guildas de Veneza já os mencionavam e durante o século XIV o fabrico de óculos popularizou-se por toda a Europa. Nem sempre os óculos foram fabricados com a forma com que são conhecidos hoje em dia. No século XIX era possível encontrar com mais facilidade que hoje os monóculos (apenas uma lente oftálmica) e, também, as lentes sem armação. Em 1785 Benjamin Franklin inventou os primeiros óculos bifocais, com duas lentes a frente de cada olho unidas pela armação, possibilitando enxergar de longe e de perto em um único acessório. Graças à utilização de matérias-primas mais baratas para sua produção e o grande avanço da tecnologia, hoje em dia existem os mais variados tipos de óculos, de diferentes tamanhos, cores, estilos, e para os mais variados gostos. Wikipedia

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Mobi Load, lançado no ano passado pela empresa Steno Mobi.


Ferramenta inclui cegos e surdos nas plateias de teatro

Chegar a um teatro e encontrar boa parte dos espectadores com um tablet acoplado à cadeira e fones nos ouvidos será uma cena cada vez mais comum. Não se trata de um público viciado em smartphone. Mas, sim, de pessoas portadoras de deficiência visual ou auditiva acompanhando a apresentação com o apoio de uma nova ferramenta desenvolvida no Brasil: o Mobi Load, lançado no ano passado pela empresa Steno Mobi.

Pessoas com deficiência auditiva e visual acompanham uma apresentação ao vivo
Este sistema consiste em transmitir, em legendas escritas, em libras ou em uma narração auditiva (chamada de audiodescrição) tudo o que é, e, principalmente, o que não é dito na apresentação. Qualquer barulho, gesto ou música é literalmente contado por um locutor ou traduzido em frases escritas, que chegam ao tablet por meio da conexão à internet.
As legendas direcionadas para os surdos já são usadas na TV há 13 anos, quando uma lei passou a exigir oito horas diárias da programação da TV aberta com o recurso (que pode ser acionada por meio do botão "closed caption" do controle remoto). Esta já é uma ferramenta também usada em eventos ao vivo. Mas, em geral, a transmissão é feita em um telão.
Já a audiodescrição é utilizada principalmente em filmes e programas de TV desde 2011, quando a legislação brasileira determinou que as emissoras abertas disponibilizassem o recurso em duas horas da grade semanal. Este ano, a exigência dobrou: agora são quatro horas por semana. Em 2006, a Caixa Econômica Federal lançou o primeiro comercial com legendas disponíveis por meio do closed caption, direcionada para as pessoas com deficiência auditiva. Hoje, outras empresas, como Itaú e Coca-Cola, também fazem uso do recurso em suas campanhas. Em 2010, a Natura lançou a primeira propaganda com audiodescrição do país.
A primeira aplicação do Mobi Load em um evento ao vivo aconteceu no dia 5 de março deste ano, quando o Governo do Estado de São Paulo promoveu a apresentação do filme brasileiro Colegas, no Palácio dos Bandeirantes. A iniciativa foi uma parceria do governo com as Secretarias de Cultura e dos Direitos da Pessoa com Deficiência e faz parte de um investimento de R$ 2 milhões em recursos de acessibilidade em eventos públicos.
Também está incluso nessa iniciativa o espetáculo "Tribos", estrelada por Antonio Fagundes. Neste sábado, dia 2 de outubro, os tablets serão disponibilizados para a platéia do Teatro Tuca, em São Paulo. Dependendo da demanda, a ferramenta será utilizada sempre aos sábados, até o fim da temporada, em 15 de dezembro. A partir de outubro, o Mobi Load também será usado em 16 peças da Mostra + Sentidos, no teatro paulistano Sérgio Cardoso.
Aplicar os recursos em um evento feito ao vivo tem algumas peculiaridades. Rafael Parlatore, sócio-diretor da Steno Mobi, afirma que sua equipe recebe o roteiro da peça e um vídeo antecipadamente. Então, é feita uma gravação em estúdio e o registro escrito do texto. Na hora da apresentação, um profissional vai até o local e insere as legendas ou trechos de áudios no ritmo em que o espetáculo se desenvolve. Mas se o evento for improvisado, mesmo com o máximo de referências prévias possível, as narrativas, faladas e escritas, são feitas ao vivo e in loco.
Fonte: Época Negócios


Regiane Ruivo Maturo
Responsabilidade Social
Sesi
(41) 3271-9237


quinta-feira, 3 de outubro de 2013

O IEP quase pronto para o Seminário sobre Tecnologia Assistiva

I Seminário de Tecnologia Assistiva e Cidadania da Pessoa com Deficiência Visual - Florianópolis - junho de 2013


Entidades idealizadoras:
Federação Catarinense de Entidades De e Para Cegos – FeCEC

A FeCEC foi fundada em 26 de abril de 2005, constituindo-se em entidade civil, sem fins econômicos, que tem como objetivo representar as entidades de e para cegos a ela filiadas, articulando-as e fortalecendo-as, e contribuindo para a unificação do movimento deste segmento populacional, viabilizando sua participação em todas as instâncias sociais.

Associação Catarinense para Integração do Cego – ACIC

A ACIC, Organização não Governamental, sem fins lucrativos e de caráter socioassistencial, que atende pessoas cegas ou com baixa visão de todo estado de Santa Catarina, por meio da prestação de serviços nas áreas de habilitação, reabilitação, profissionalização, cultura, esporte e lazer, foi fundada em 18 de junho de 1977, por um grupo de pessoas cegas que percebeu a necessidade de mobilizar esta parcela da população, para que pudessem tornar-se visíveis enquanto sujeitos de direitos.


Entidades idealizadoras: Federação Catarinense de Entidades De e Para Cegos – FeCEC A FeCEC foi fundada em 26 de abril de 2005, constituindo-se em entidade civil, sem fins econômicos, que tem como objetivo representar as entidades de e para cegos a ela filiadas, articulando-as e fortalecendo-as, e contribuindo para a unificação do movimento deste segmento populacional, viabilizando sua participação em todas as instâncias sociais. Associação Catarinense para Integração do Cego – ACIC

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

TA e o potencial de soluções rápidas

Global Consultation Report on ICTs and Disability Launched at the UN High Level Meeting on Disability and Development

http://www.itu.int/en/action/accessibility/Pages/hlmdd2013.aspx

Relatório da ONU ressalta potencial da tecnologia para a inclusão social de pessoas com deficiência

Relatório da ONU ressalta potencial da tecnologia para a inclusão social de pessoas com deficiência

Relatório da ONU ressalta potencial da tecnologia para a inclusão social de pessoas com deficiência

Relatório da ONU ressalta potencial da tecnologia para a inclusão social de pessoas com deficiência